Amanhã
Amanhã é meu aniversário.
É a data mais estranha que já experimentei. Além das reflexões pós 30 anos, também conecta com os pensamentos de amigos que não estão mais juntos, família que se oculta e atividades que jurei desenvolver ao longo do ano passado e caiu no esquecimento. Entretanto, o que me faz esperar com frio na barriga a data de amanhã é a felicidade que sinto quando recebo um abraço de alguém que não estava esperando, ficar acordada até dar meia noite para receber "aquele" beijo do meu marido, abrir presentes e amigos especiais terem a chance de demonstrar o amor e o carinho, consequentemente, recíprocos. Acho que essa oportunidade de abraçar e dizer o que se sente se assemelha com o Natal, com a diferença de que, amanhã, as pessoas se reunirão por mim.
Tenho fé que será um ano bom, mesmo tendo que incluir linha Chronos antes de dormir, rs.
Quando eu tinha 15 anos acreditava que seria um ano inesquecível, porque todos me diziam que foi o ano da vida deles. Eu acreditei nisso e ultrapassei barreiras, porque conheci muitas pessoas, namorei bastante, me embreaguei, comprei roupas com outro estilo, ou seja, deixei uma nova Carolina ser conhecida. Acredito que os 31 seja um ano que eu também irei mostrar uma nova Carô, felizmente, pelo lado intelectual e profissional.
Claro que penso em ter filho e talvez este seja o meu maior medo. Acreditem, eu tenho medo de alguma coisa, rs. Mas, vamos deixar esse pensamento em 2011 e talvez exercê-lo ainda nessa década. Ó! Tenho que exercer nessa década, porque ainda não inventaram a extinção da menopausa, rs. Jesus! Realmente tenho que decidir até, pelo menos, os 40. E que já está perto.
Eu li um artigo, no início do ano passado, que há estudos sobre o congelamento dos óvulos... Não, não, não, não, não. Filho! Você vai nascer ainda nessa década. Mas, ainda faço 31 amanhã.
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